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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Ceia Corrompida.

Ceia Corrompida.

Muitas ceias corrompidas
Escorrendo o sangue
De vidas perdidas pela
Corrupção que mata os irmãos
Para beberem no cálice da
Destruição que nada mais é
Do que a sua alma entregue
A perdição por assassinar o irmão.

Muitas ceias corrompidas
Pela falsa religião que usa o irmão
Com pouca informação da instrução
Divina que traz a verdadeira religião
Que é em primeiro lugar Amar o Criador
Do tudo que há e haverá é em segundo
Lugar Amar o irmão que próximo esta
Para conquistar a graça do amor da Criação.

Muitas ceias corrompidas.
Pelo descaso e assassinatos em massa da
Beleza da criação “a vida” brindando
Na ceia com o dinheiro da corrupção
Que roubou da cura da doença do irmão.

Muitas ceias corrompidas
Arregaladas por muitas bebidas largamente
 Brindada com cálice do dinheiro da prostituição
Que alem de desgraçar a vida, traz todo tipo de
Vícios da perdição na vida do irmão.

Muitas ceias corrompidas.
Pela fumaça destruidora que faz perder a mente
E a imaginação na vida do irmão, ou o pó da
Maldição que de branquinho traz a morte no
Beicinho mas que usado pelo nariz traz a maldição
Como a destruição, muitos batem palmas para o crak
Que kraqueia toda a beleza da vida em pouco tempo
Transformando o irmão num verdadeiro zumbi da
Maldição.

Muitas ceias corrompidas.
Pelos canudos de doutor canetando lagrimas de dor
Que durante todo ano só roubou a esperança da vida
Ajuntou para beber e comer na ceia da sua perdição
Criada exclusivamente pela sua ambição ornada
E toda embelezada para sua destruição após durante
Todo ano desgraçar muitas vidas aleias de irmãos.

Muitas ceias corrompidas
Pelo assassinato de vidas, antes da hora prometida
Por pessoa que deveria cuidar da beleza única da vida
Mais só a utilizaram para dar vazão a sua ganância
Que habita exclusivamente o seu maldito coração de
Destruição.

Muitas ceias corrompidas
Por falta de amor que não faz a partilha com o irmão desprovido, achando que na comida e na bebida esta a
Graça da beleza da vida, desgraçado comem e bebem
A sua perdição, pois o amor não faz pacto com esta ação Mesquinha e egoísta de encher seus buchos e que si dane a vida abandonada sem saída esfomeada de amor.

Muitas ceias corrompidas
Pela traição do direito do irmão garantidas pela constituição de um País que si diz Cristão que tem a obrigação moral de amar todo irmão mais pela ganância Desvairada da sua ambição este desgraçado usurpador Destruidor de vidas sagradas o teu destino é
A fornalha da perdição a tua maldição vai chegar esta muito bem guarda selada para sua exterminação.

Muitas ceias corrompidas
Pela falta de Amor, aquele que nós foi destinado pelo Senhor o mais lindo e belo senhor que o universo criou e deu forma para que a vida subsistisse como a mais linda partilha viva do amor de Deus.

   Charles Lopes
   251220162353

sábado, 19 de novembro de 2016

O dilema.


Felicidades do espinho.

Felicidade do Espinho.

Você sabe qual a maior
Felicidade do espinho

Morrer para o amor
Nascer entre dois seres

As Rosas quando entregue
Para o amor deve ser arrancado
Os espinhos da sua haste

Natureza ou criação divina
Não sei que é inteligentemente
Caprichoso isto é

O espinho feliz ao morrer para
O amor nascer entre dois seres

Não e divinamente amoroso ou
Amorosamente construído para
O amor viver

Como em nós
Meu amor.

Charles lopes
010520100845

terça-feira, 15 de novembro de 2016

O amor.



A força.


Êxtase do espinho.

Êxtase do espinho.

Eu ali o espinho
Deleitando-me soberanamente
Da tua beleza, no capricho do
Criador a fazer-me espinho.

Exclusivamente para desfrutar da
Tua mais intima intimidade de Rosas.

Como se estivesse ali para morrer de
Êxtase de ti amar, admirando à.

Eu sou um espinho, mais um espinho
Pronto a morrer ti amando.

Como num êxtase que faz
Surgir a vida.

Sou um espinho
Eu sou
Meu amor.

Charles Lopes
110520100755


segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Si quer viver.


O espinho.


O Espinho.

Como em uma haste
De um caule de Rosas
Sou um Espinho a ti apreciar.

Observando a brisa ti acariciar
O vento num impetuoso balançar
Como si a quisesse arrebatar.

O sol sinuosamente deleitar-se
Sobre ti como si a estivesse beijando-a.

O cair da tarde chegar sobre ti
Refrescando lhe após o dia.

A noite como si a quisesse
Esconder-te só para ela.

Eu ali o Espinho a ti observar
Sentindo teu botão a despontar
A nascer para alegrar a minha vida.

Eu ali me deleitando da tua essência
Aguardando pacientemente as tuas pétalas florir.

Ate a sua mais intima pétala cair
Resvalando-me acariciando-me Caprichosamente.

Meu amor.

Charles Lopes
010520100745

Como a beleza.


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